sábado, 5 de novembro de 2016

Acupuntura e reiki agora têm explicação científica

Ricardo Monezi testou o Reiki em ratos com câncer (Ilustração: Matheus Lopes)

Pesquisas recentes comprovam efeitos benéficos e até encontram explicações científicas para acupuntura e reiki. Estudos sobre o assunto, antes restritos às universidades orientais, ganharam espaço entre pesquisadores americanos, europeus e até brasileiros. Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou uma denominação especial para esses métodos: são as terapias integrativas.
Um artigo exmecanismo da acupuntura contra a dor foi publicado por pesquisadores da Universidade de Rochester na revista Nature Neuroscience em 30 de maio. Criada há quatro mil anos, a prática consiste na aplicação de agulhas em pontos do corpo. Pela explicação tradicional, ela ativa determinadas correntes energéticas para equilibrar a energia do organismo.
Reprodução/ Shutterstock

Cientificamente, as agulhas teriam efeitos no sistema nervoso central (cérebro e espinha dorsal). As células cerebrais são ativadas e liberam endorfina, um neurotransmissor responsável pela sensação de relaxamento e bem-estar. O estudo dos nova-iorquinos descobriu uma novidade: a terapia, que atinge tecidos mais profundos da pele, teria efeitos no sistema nervoso periférico. As agulhas estimulam também a liberação de outro neurotransmissor, a adenosina, com poder antiinflamatório e analgésico. 
No experimento com camundongos com dores nas patas, cientistas aplicavam as agulhas no joelho do animal. Eles constataram que o nível de adenosina na pele da região era 24 vezes maior do que o normal e que houve uma redução do desconforto em dois terços. 

A equipe tentou potencializar a eficácia da terapia, colocou um medicamento usado para tratar câncer nas agulhas. A droga aprimorou o tratamento: o nível de adenosina  e a duração dos efeitos no organismo dos aniamis praticamente tripliquase triplicou e o tempo de duração dos efeitos no organismo dos ratos também triplicou. Mas este método não poderia ser feito em humanos porque o medicamento ainda não é usado clinicamente. “O próximo passo é testar a droga em pessoas, para aperfeiçoá-la ou para encontrar outras drogas com o mesmo efeito”, diz Maiken Nedergaard, coordenadora do estudo.



Reiki
Seus praticantes acreditam nos efeitos benéficos da energia das mãos do terapeuta colocadas sobre o corpo do paciente contra doenças. Para entender as alterações biológicas do reiki, o psicobiólogo Ricardo Monezi testou o tratamento em camundongos com câncer. “O animal não tem elaboração psicológica, fé, crenças e a empatia pelo tratador. A partir da experimentação com eles, procuramos isolar o efeito placebo”, diz. Para a sua pesquisa na USP, Monezi escolheu o reiki entre todas as práticas de imposição de mãos por tratar-se da única sem conotação religiosa.
No experimento, a equipe de pesquisadores dividiu 60 camundongos com tumores em três grupos. O grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento; o grupo “controle-luva” recebeu imposição com um par de luvas preso a cabos de madeira; e o grupo “impostação” teve o tratamento tradicional sempre pelas mãos da mesma pessoa.

Depois de sacrificados, os animais foram avaliados quanto a sua resposta imunológica, ou seja, a capacidade do organismo de destruir tumores. Os resultados mostraram que, nos animais do grupo “impostação”, os glóbulos brancos e células imunológicas tinham dobrado sua capacidade de reconhecer e destruir as células cancerígenas.
“Não sabemos ainda distinguir se a energia que o reiki trabalha é magnética, elétrica ou eletromagnética. Os artigos descrevem- na como ‘energia sutil’, de natureza não esclarecida pela física atual”, diz Monezi. Segundo ele, essa energia produz ondas físicas, que liberam alguns hormônios capazes de ativar as células de defesa do corpo. A conclusão do estudo foi que, como não houve diferenças significativas nos os grupos que não receberam o reiki, as alterações fisiológicas do grupo que passou pelo tratamento não são decorrentes de efeito placebo.

A equipe de Monezi começou agora a analisar os efeitos do reiki em seres humanos. O estudo ainda não está completo, mas o psicobiólogo adianta que o primeiro grupo de 16 pessoas, apresenta resultados positivos. “Os resultados sugerem uma melhoria, por exemplo, na qualidade de vida e diminuição de sintomas de ansiedade e depressão”. O trabalho faz parte de sua tese de doutorado pela Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).

E esses não são os únicos trabalhos desenvolvidos com as terapias complementares no Brasil. A psicobióloga Elisa Harumi, avalia o efeito do reiki em pacientes que passaram por quimioterapia; a doutora em acupuntura Flávia Freire constatou melhora de até 60% em pacientes com apnéia do sono tratados com as agulhas, ambas pela Unifesp. A quantidade pesquisas recentes sobre o assunto mostra que a ciência está cada vez mais interessada no mecanismo e efeitos das terapias alternativas.
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI152042-17770,00-ACUPUNTURA+E+REIKI+AGORA+TEM+EXPLICACAO+CIENTIFICA.html

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As relações fundamentais entre Medicina Chinesa e Feng Shui

Muitas vezes sou questionado quando coloco a divulgação de algum curso meu de Feng Shui em sites de terapias alternativas ou medicina chinesa. Muitos membros acreditam que estou enviando informações não-pertinentes aos objetivos do grupo. Na verdade sou o primeiro a combater a divulgação de temas fora do contexto e dos objetivos de grupos de discussão, como vocês podem ver bem nos meus próprios grupos (Longevidade, Taoísmo e Budo-Online). O que ocorre é um desconhecimento sobre as raízes e o funcionamento do Feng Shui, ofuscados pela miríade de bobagens e superstições que povoam a Internet sobre este tema. Neste artigo tentarei desmistificar o assunto e mostrar as aplicações terapêuticas do Feng Shui aliados à medicina chinesa.

Raízes
As reais origens do Feng Shui são bastante obscuras devido à sua grande antigüidade. O que sabemos com certeza é que a adequação de locais para habitações humanas é tão antiga quanto o próprio homem e está presente em todas as civilizações. 

O que podemos constatar facilmente sobre o Feng Shui são duas características importantes:

1. Esta técnica é autóctone da China, ou seja, nasceu na própria China à partir de idéias e costumes chineses. Não existe Feng Shui tibetano, vietnamita, brasileiro ou outra coisa. Quando técnicas de harmonização de lugares são encontradas em outras culturas, seguem conceitos e diretrizes diferentes da técnica chinesa e possuem nomes próprios. Este é o caso do Vastuu indiano, por exemplo. 

2. O Feng Shui se baseia nos conceitos da filosofia taoísta, como Yin/Yang, Cinco Movimentos ("elementos"), Chi, Fluxo de Chi, Oito trigramas (Pa Kua ou Ba Gua). A noção de harmonia com o resto do Universo também está fortemente presente no Feng Shui assim como a Não-Ação (Wuwei) e outros conceitos filosóficos do Taoísmo.

Note que estas duas características fundamentais do Feng Shui também se aplicam diretamente à Medicina Chinesa. Portanto é lícito notarmos uma relação direta entre a harmonização de ambientes chinesa e a medicina daquela cultura. Ambos se dirigem ao mesmo objetivo: manter as pessoas em harmonia energética consigo mesmas e o meio ambiente que as cerca.

Medicina Chinesa
A medicina chinesa engloba diversas técnicas e aplicações como dieta, acupuntura, moxabustão, massagem, exercícios, farmacologia, chi kung (manipulação de energia). O que existe em comum entre todas elas e que forma a espinha dorsal da medicina chinesa é a aplicação dos conceitos básicos da filosofia taoísta. Estes conceitos já eram definidos em antigos manuais médicos chineses, como o Huang Di Nei Jing (O Clássico de Medicina Interna do Imperador Amarelo), atribuído ao Imperador Amarelo mas provavelmente escrito na Dinastia Han (200a.C.-200 d.C.).

O Huang Di Nei Jing coloca que, no princípio, a origem das doenças era apenas uma alteração no espírito, portanto a saúde era mantida pelo controle das emoções e dos estados mentais, pois o ser humano se protegia adequadamente das intempéries como o sol e a chuva. Depois que ele começou a abusar é que os desequilíbrios se tornaram mais fortes e medidas tiveram que ser tomadas para poder restaurar a saúde tanto do físico quanto do emocional (energético).

O Capítulo 5 da divisão Su Wen do Huang Di Nei Jing (“A Relação de Correspondência entre o Yin e o Yang no Homem e em Todas as Coisas e a das Quatro Estações”) diz:

"Todas as coisas se situam entre o Céu e a Terra e confiam nas energias do Céu e da Terra para sua existência. O Céu, bem acima, é Yang e a Terra, bem abaixo, é Yin, portanto o Céu e a Terra são os altos e os baixos de todas as coisas. Todas as coisas surgem de acordo com a alteração do Yin e do Yang do Céu e da Terra."

Veja que esta afirmação, tirada de um livro de medicina, parece ter saído de um compêndio de Feng Shui! Na verdade, a principal preocupação da Medicina Chinesa está justamente em manter o equilíbrio entre as pessoas e o meio ambiente, respeitando os ciclos na Natureza. E o Feng Shui é uma importante ferramenta para isto.

Feng Shui
A expressão "vento" e "água", Feng Shui, demonstra a preocupação com o fluxo de Chi no Céu e na Terra. Esta técnica chinesa parte dos princípios taoístas para harmonizar as energias do Céu e da Terra de modo a manter o equilíbrio energético das pessoas que habitam o local. Não se esqueça que o Feng Shui é sempre direcionado às pessoas que utilizam aquele espaço.

Esta busca do equilíbrio ideal para os seres humanos é justamente a proposição básica da Medicina Chinesa, qual seja a de tornar o ser humano equilibrado com as forças da Natureza ao seu redor. Ao "reequilibrarmos" o Chi em um local, melhoramos as condições necessárias à vida de seus ocupantes. Este é um dos objetivos centrais das técnicas chinesas de harmonização de ambientes.

Medicina Chinesa + Feng Shui
Como grande parte da preocupação da Medicina Chinesa é com a manutenção da saúde, seguir os ritmos e ciclos da Natureza é fundamental. Realmente, a doença apenas surge quando as pessoas rompem este delicado estado de equilíbrio com o meio que o cerca. As obras de Medicina Chinesa estão coalhadas de avisos e dicas para se evitar esta ruptura, bem como técnicas para restabelecer o equilíbrio rompido. O mesmo se dá com o Feng Shui, que se preocupa em harmonizar o Chi no imóvel e fazê-lo o mais compatível possível com os seus habitantes.

Esta preocupação do Feng Shui vem ao encontro da Medicina Chinesa, pois ambos buscam o mesmo resultado. E como seus objetivos são os mesmos, a utilização das duas ferramentas em conjunto é bastante poderosa.

Como experiência própria, já resolvi problemas de insônia tirando espelhos de quartos, por exemplo; mal-estar, enxaquecas e dores de cabeça em escritórios reposicionando a mesa de trabalho; brigas e discussões familiares, fonte interminável de estresse, através de harmonização em geral do imóvel. Com o complemento da Medicina Chinesa, a situação se resolveu facilmente.

Se você ainda não está convencido da utilização conjunta de Feng Shui e Medicina Chinesa, lembre-se que uma casa tranqüila e sadia pode melhorar muito o estresse e os problemas do trabalho e da vida cotidiana. Mas voltar para uma casa irritante e depressiva no final de um dia cansativo de trabalho mina os esforços de qualquer pessoa.... 

Fonte: http://taoismo.org

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Jogo do Silêncio ensina Crianças a terem Calma e Concentração

Quem acha que toda brincadeira infantil tem que ser barulhenta precisa conhecer o Jogo do Silêncioatividade que estimula a criança a permanecer por um tempo, em geral 1 minuto, sem fazer nenhum ruído, para que possa prestar atenção ao próprio corpo e ao ambiente ao redor.




Em um mundo cheio de estímulos sonoros, parece inacreditável que a proposta funcione, mas Paige P. Geiger, diretora do Centro de Educação Montessori de São Paulo, afirma que as crianças adoram participar da brincadeira, que traz benefícios como o aumento da concentração, da disciplina, da tranquilidade e do autocontrole.
"O senso comum parece acreditar que uma criança feliz seja necessariamente barulhenta e bagunceira, mas isso não é verdade. Quando convidamos as crianças ao silêncio, elas se sentem muito bem, pois percebem que são capazes de se controlar e de ouvir sons que antes não ouviam, e isso gera prazer."
O jogo foi desenvolvido pela pedagoga italiana Maria Montessori, que, no século 20, criou um método educacional conhecido por valorizar a individualidade e a liberdade da criança e estimular suas percepções sensoriais e motoras.

"Maria Montessori gostava de experimentar e, certa vez, mostrou a seus alunos como era quieto um bebê de quatro meses, desafiando-os a fazerem o mesmo. O resultado foi bastante satisfatório e, desde então, a técnica vem sendo aplicada nas escolas que seguem sua linha pedagógica em diversos países do mundo."
Segundo Paige, a reflexão e o silêncio estão muito presentes na filosofia montessoriana. "O jogo é praticado todos os dias, às vezes, mais de uma vez. Trata-se de um momento de paz e de reflexão, que contribui para a formação de um ser humano calmo, equilibrado e focado."
A criança tem uma percepção temporal diferente do adulto, por isso a atividade, que lembra um exercício de meditação em menor escala, dura apenas 1 minuto. Durante esse período, elas podem permanecer de olhos fechados, se conseguirem, ou contemplando um objeto, como uma vela ou planta.
Paige diz que, no início, a atividade pode exigir algum esforço das crianças menores, mas logo elas se acostumam e passam a gostar. "É importante frisar que o exercício não é usado para acalmar a classe, muito menos como medida disciplinar. Trata-se de uma das diversas práticas realizadas em sala de aula. Há também o tempo de cantar e de se movimentar."
Para dar início à atividade, os professores, ou mesmo os pais, podem usar uma placa na qual se lê a palavra silêncio. "As crianças vão se aquietando, sentam-se calmamente e passam a seguir os movimentos do adulto que pode, por exemplo, apontar algumas partes do corpo, para que os alunos treinem a consciência corporal. Depois de algum tempo, nós sussurramos cada nome para que se aproximem devagar, treinando sua percepção auditiva."
Quando o exercício utiliza uma vela, após o sussurrar o nome da criança, ela pode assoprá-la, como acontece no vídeo.
Paige afirma que, em um primeiro momento, as crianças prestarão mais atenção ao próprio corpo, sentindo e entendendo seus movimentos. "Aquelas que já desenvolveram essa percepção, começam a sentir o ambiente externo."
Assim que o jogo termina, as crianças experimentam uma sensação de bem-estar e relaxamento.
"Com a prática, naturalmente, elas passam a fazer menos barulho em sala de aula e também em casa, além de demonstrarem grande respeito pelo ambiente e pelos outros."
Fonte: Uol
http://www.saudecuriosa.com.br/jogo-do-silencio-ensina-criancas-a-terem-calma-e-concentracao

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Quem acha que toda brincadeira infantil tem que ser barulhenta precisa conhecer o Jogo do Silêncioatividade que estimula a criança a permanecer por um tempo, em geral 1 minuto, sem fazer nenhum ruído, para que possa prestar atenção ao próprio corpo e ao ambiente ao redor.




Em um mundo cheio de estímulos sonoros, parece inacreditável que a proposta funcione, mas Paige P. Geiger, diretora do Centro de Educação Montessori de São Paulo, afirma que as crianças adoram participar da brincadeira, que traz benefícios como o aumento da concentração, da disciplina, da tranquilidade e do autocontrole.
"O senso comum parece acreditar que uma criança feliz seja necessariamente barulhenta e bagunceira, mas isso não é verdade. Quando convidamos as crianças ao silêncio, elas se sentem muito bem, pois percebem que são capazes de se controlar e de ouvir sons que antes não ouviam, e isso gera prazer."
O jogo foi desenvolvido pela pedagoga italiana Maria Montessori, que, no século 20, criou um método educacional conhecido por valorizar a individualidade e a liberdade da criança e estimular suas percepções sensoriais e motoras.

"Maria Montessori gostava de experimentar e, certa vez, mostrou a seus alunos como era quieto um bebê de quatro meses, desafiando-os a fazerem o mesmo. O resultado foi bastante satisfatório e, desde então, a técnica vem sendo aplicada nas escolas que seguem sua linha pedagógica em diversos países do mundo."
Segundo Paige, a reflexão e o silêncio estão muito presentes na filosofia montessoriana. "O jogo é praticado todos os dias, às vezes, mais de uma vez. Trata-se de um momento de paz e de reflexão, que contribui para a formação de um ser humano calmo, equilibrado e focado."
A criança tem uma percepção temporal diferente do adulto, por isso a atividade, que lembra um exercício de meditação em menor escala, dura apenas 1 minuto. Durante esse período, elas podem permanecer de olhos fechados, se conseguirem, ou contemplando um objeto, como uma vela ou planta.
Paige diz que, no início, a atividade pode exigir algum esforço das crianças menores, mas logo elas se acostumam e passam a gostar. "É importante frisar que o exercício não é usado para acalmar a classe, muito menos como medida disciplinar. Trata-se de uma das diversas práticas realizadas em sala de aula. Há também o tempo de cantar e de se movimentar."
Para dar início à atividade, os professores, ou mesmo os pais, podem usar uma placa na qual se lê a palavra silêncio. "As crianças vão se aquietando, sentam-se calmamente e passam a seguir os movimentos do adulto que pode, por exemplo, apontar algumas partes do corpo, para que os alunos treinem a consciência corporal. Depois de algum tempo, nós sussurramos cada nome para que se aproximem devagar, treinando sua percepção auditiva."
Quando o exercício utiliza uma vela, após o sussurrar o nome da criança, ela pode assoprá-la, como acontece no vídeo.
Paige afirma que, em um primeiro momento, as crianças prestarão mais atenção ao próprio corpo, sentindo e entendendo seus movimentos. "Aquelas que já desenvolveram essa percepção, começam a sentir o ambiente externo."
Assim que o jogo termina, as crianças experimentam uma sensação de bem-estar e relaxamento.
"Com a prática, naturalmente, elas passam a fazer menos barulho em sala de aula e também em casa, além de demonstrarem grande respeito pelo ambiente e pelos outros."
Fonte: Uol
http://www.saudecuriosa.com.br/jogo-do-silencio-ensina-criancas-a-terem-calma-e-concentracao

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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Cromopuntura e Cromoterapia, o que é e como funciona?

A cromoterapia é a utilização das frequências vibratórias que as cores possuem no tratamento e recuperação da saúde. Cada cor tem um comprimento de onda, emite uma frequência vibratória e, portanto, produz estímulos diferentes no corpo.

A terapia é feita a partir de uma caneta, que possui um cristal em sua extremidade. É feita uma prévia avaliação e, a partir da queixa, escolhe-se a cor do cristal e o lugar em que o mesmo será colocado. A frequência das cores estimulam o organismo a responder com suas forças naturais ao reequilibrio energético e à cura.
A Cromopuntura é a combinação da cromoterapia com a Acupuntura. Os estímulos são feitos nos pontos de Acupuntura. É um tratamento sutil, mas com ótimos resultados, ideal para crianças ou para pessoas que gostariam de fazer Acupuntura mas não gostam de agulhas.
Exemplos de Disturbios infantis que podem ser tratados com a cromopuntura: dores de barriga recorrentes, alergias, doenças na pele, dores de cabeca, dificuldades de concentração, enurese noturna, falta de apetite, insônia e muitos outros.
Com uma técnica mínima e doce como a luz obtem-se resultados muito positivos. As criancas apresentam rápidas mudancas, normalmente apreciam a terapia e pedem que continue.
“Quanto mais numerosas são as camadas ou couraças sob as quais escondemos a nossa energia, tanto mais difícil será para nós reconhecê-la. As crianças reagem mais rápido à cromopuntura porque escondem a sua fonte energetica atrás de menos estratos defensivos”, finaliza o Dr. Med. Neeresh F. Pagnamenta.
Fonte: http://www.aynisaude.com/artigos-dicas/cromoterapia-e-cromopuntura

Benefícios das pastilhas STIPER na Reflexologia Podal para tratamentos de dores lombares

Conheça os resultados de uma pesquisa realizada com 43 pessoas com dores lombares que tiveram ótimos resultados após o tratamento com as pastilhas



As pastilhas Stiper são feitas de silício, um material encontrado na natureza e conhecido por suas propriedades condutoras de ondas e frequências. O silício é utilizado em diversos equipamentos de transmissão e recepção como computadores e radares, mas sua aplicação na reflexologia podal tem a função de equilibrar as ondas energéticas naturais do corpo humano.

Os pontos meridianos utilizados nas terapias tradicionais como acupuntura servem de referência para a aplicação das pastilhas Stiper. Elas atuam na melhora da dor de forma mais rápida e aliviam os sintomas em até 72% de acordo com pesquisas realizadas para descobrir a eficácia do produto.

Aqueles que mais se interessam por tais pastilhas e seus benefícios são os terapeutas corporais que são especializados nas práticas da ciência biológica e atuam de forma a não somente tratar a dor do interagente, mas também, na promoção da qualidade de vida do mesmo, sendo que, a utilização das pastilhas Stiper podem potencializar os efeitos proporcionados por determinada terapia.


A REFLEXOLOGIA PODAL

A reflexologia podal está entre as técnicas utilizadas pelos terapeutas. Trata-se de uma especialidade tradicional desenvolvida especialmente pelos chineses, e conta com a disposição dos pontos de reflexão situados nos pés, mãos, orelhas ou íris dos olhos. Tais pontos podem ser utilizados para a promoção da saúde.
Cada ponto de reflexão proporciona um estímulo direto a determinado órgão do corpo, desbloqueando as energias acumuladas em dadas regiões específicas e aliviando a dor local. Outros benefícios, além do alívio da dor, podem ser observados pelos receptores do tratamento como, alívio da tensão e melhora na mobilidade física. 

Fonte: http://www.dicasdemassagem.com.br/beneficios-das-pastilhas-stiper-na-reflexologia-podal-para-tratamentos-de-dores-lombares


Como funciona a acupuntura a Laser

acupuntura a laser, feita com um aparelho que emite laser de baixa intensidade, utiliza o mesmo princípio de estimulação dos pontos de acupuntura mas sem o uso de agulhas, produzindo efeitos e resultados bastante semelhantes ao método tradicional.

Como Funciona a Acupuntura a Laser

  • A estimulação dos pontos de acupuntura é feita com um aparelho que emite um laser de baixa intensidade, que não gera calor e não é capaz de produzir nenhum tipo de dano à pele;
  • O feixe de luz é aplicado sobre a pele através de uma sonda ou caneta, substituindo as agulhas e agindo nos pontos de energia relacionados com o problema que se deseja tratar;
  • O aparelho pode ser encostado à pele para potencializar a ação do laser e não oferece nenhum risco ao paciente;
  • Uma sessão dura em média 30 minutos.

Resultados da Acupuntura a Laser

A acupuntura a laser funciona, é totalmente indolor e a grande vantagem é substituir as agulhas, o que aumenta a adesão ao tratamento por parte de pessoas com aversão a picadas ou muito sensíveis à dor, embora o método tradicional seja praticamente indolor.
O laser não é tão eficaz quanto a agulha na estimulação de determinados pontos, mas ele pode ser usado na grande maioria deles, podendo substituir até 100 agulhas no tratamento.
O número de sessões de acupuntura a laser depende do grau de desequilíbrio energético dos órgãos associados. Casos mais leves podem apresentar melhoras após a primeira sessão.
A acupuntura a laser não tem contra-indicações.
Fonte: http://www.saudenoclique.com.br/acupuntura-a-laser/

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