quarta-feira, 31 de maio de 2017

Estresse e o ponto de acupuntura C7 da Medicina Tradicional Chinesa

Continuando o Ciclo de Orientações Terapêuticas e falando sobre o Estresse, neste vídeo o acupunturista Wagner Lucca explica qual a  localização e função do ponto C7, que ajuda a reduzir o estresse e uma técnica simples para realizar o estímulo com a erva-doce.



Aulas de Chi Kung / Qi Gong 
Segundas/Quartas/Sextas - 9h às 10h / 18:30h às 19:30h
Venha fazer uma aula experimental (sem compromisso)
Informações: (11) 2967-0598 ou 3926-0599
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domingo, 28 de maio de 2017

Livro: Estudos sobre o Yoga

O livro Estudos sobre o yoga, contendo 150 páginas, é uma coletânea organizada por Marcos Rojo Rodrigues e redigida por ele e outros oito autores. A apresentação é assinada pelo cônsul-geral da Índia e o livro está dividido em três partes: parte I, "Construindo o conceito do yoga"; parte II, "Aspectos teóricos do yoga"; e parte III, "Aspectos práticos do yoga".

Na introdução, Maria Celeste Castilho (p. 15) afirma que um dos objetivos deste trabalho é ressaltar os aspectos científicos do Yoga, visto que no Brasil há uma carência deste tipo de enfoque nas literaturas voltadas ao tema. Concordamos plenamente com a sua afirmação, mas perguntamos o que a autora quis dizer com "aspectos científicos", se seriam eles estudos da área da saúde, da antropologia cultural, da ciência da religião, da filosofia, da linguística, da sociologia, da psicologia ou de algum outro campo do saber, sobretudo porque ao longo do livro são poucas as referências a estudos científicos sobre o assunto, quando poderiam ter sido citados, por exemplo, os trabalhos acadêmicos de Leite1 e Gomes2, além de outros mais recentes, como as quatro teses de doutorado e vinte dissertações de mestrado produzidas entre 2004 e 2008, disponíveis no banco de publicações da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O primeiro capítulo, "As várias histórias do yoga", é escrito pela sanscritista Lílian Cristina Gulmini numa linguagem agradável e fácil. Ela resgata a história da invasão ariana na Índia, menciona obras importantes para o estudo do yoga, como são os Upanishads e o Bhagavad-Gita, passando pelos Yoga Sutras de Patanjali e chegando às raízes tântricas. O yoga é tratado criativamente como um personagem, o simpático velhinho: o Sr. Yoga. Mas o mais interessante e original é a sua "Pequena cronologia da Índia Antiga e dos textos de yoga", na página 42. Ali, a autora começa com as civilizações dravídicas no Vale do Indo, em aproximadamente 3500 a 1500 a.C., e vai listando os períodos, as obras e os respectivos tipos de yoga que foram surgindo, até o aparecimento do hatha-yoga, em aproximadamente 1100 d.C.

O capítulo segundo, "O que é yoga", de autoria de Marcos Rojo Rodrigues, explica o que é e o que não é o yoga, continuando com o estilo acessível do capítulo anterior. Segundo o autor, o yoga não é nem ginástica lenta nem uma religião, mas sim uma disciplina integradora de todos os aspectos humanos, como prática rotineira, fundamentada na fisiologia e psicologia humanas. Em seguida, o autor cita os oito passos do yoga (yama; niyama; asana; pranayama; pratyahara; dharana; dhyana e samadhi) e explica cada um deles. Quando menciona o contentamento (samtosa), apresenta a curiosa fórmula para aplicá-la: contentamento = aquisições / expectativas.
Na sua conclusão, o autor afirma que as práticas do yoga como um todo, ou separadamente em alguns de seus aspectos, trazem benefícios incalculáveis, sejam de ordem física, fisiológica ou psíquica. Nesta parte, teria sido interessante, para ficar dentro do marco científico mencionado no início, citar algumas pesquisas feitas com o yoga, para que suas palavras não soassem como apologéticas.

O terceiro capítulo, "A ciência do relaxamento", cujo autor é José Antônio Machado Filla, trata do yoga-nidra, sua teoria e prática, que é uma técnica de meditação empregada no estado de relaxamento, no momento em que a mente está entre o sono e a vigília. O autor mostra os passos de como se desenvolve essa técnica e poderia acrescentar o estudo de Kjaer3 sobre os níveis de dopamina no cérebro com praticantes de yoga-nidra.
No capítulo quarto, em "Reflexões", Shotaro Shimada trata da meditação e da mente de uma forma leve, ponderando sobre as três possibilidades: (1) meditação e yoga; (2) meditação no yoga; e (3) meditação é yoga. E dá indicações sobre como meditar, o local, a postura, a regularidade, o asseio, a devoção etc. Embora o seu capítulo não mencione quaisquer referências bibliográficas, o texto reflete a autoridade e a experiência de um praticante de longa data: um yogui.

A parte II do livro começa com o longo capítulo sobre "Considerações fisiológicas", de Danilo Forghieri Santaella e Maria Auxiliadora Craice di Benedetto. O texto desconstrói a ideia dos poderes místicos de alguns yogues, como parar as batidas cardíacas, ficar sem respirar e se alimentar, afirmando que estes fenômenos são explicados cientificamente e que se referem ao controle voluntário do praticante sobre seu sistema neurovegetativo. Em seguida, há explicações sobre o sistema nervoso, com referências de Guyton e alguns asanas que afetam os sistemas nervosos simpático e parassimpático. Depois, há explicações sobre o sistema muscular e menção de alguns asanas para contrações e alongamentos, bem como indicações sobre como relaxar. Termina o capítulo com explicações sobre a relação do yoga com os sistemas cardiovascular, respiratório e digestório.

O segundo capítulo da parte II é "Anatomia sutil", de Cesar Deveza, que relaciona a consciência ao absoluto e o intelecto ao relativo, respectivamente. Depois, menciona os cinco corpos (de alimento; de energia vital; da mente; da inteligência universal e da felicidade suprema), afirmando que os canais sutis (nadis), por onde circula a energia vital (prana) que alimenta estes corpos sutis, nada têm a ver com os nervos, plexos nervosos, artérias e veias da anatomia do corpo físico. Após a descrição dos três canais energéticos principais, ida, pingala e sushumna, e seus pontos de confluência, os chakras, o autor descreve cada um dos sete chakras, sua região, mantra e simbologia. Finaliza seu capítulo com a descrição das bandhas (ligaduras) e mudras (selos), técnicas auxiliares para conduzir a energia prânica a pontos específicos do corpo, e cita alguns livros importantes para a prática, como o Sandilya Upanishad, o Hathayogapradipika, o Hatharatbavali e os YogaSutras.

O último capítulo da parte II é "A terminologia técnica do yoga clássico, estrutura e significado dos compostos", com autoria de Mário Ferreira. Muito útil e de fácil compreensão, o texto traz algumas explicações básicas, como a grafia correta dos termos sânscritos e a dos nomes compostos, seguido de uma lista dos asanas, tipos de pranayamas (controles do alento), nadis ("artérias"), bandhas (ligaduras), mudras (selos) e satkarman (atividades purificadoras), com suas respectivas traduções.

A parte III foi escrita apenas por Marcos Rojo Rodrigues e traz conselhos gerais para a prática dos asanas e dos pranayamas. Em seguida, ilustra de forma simples e clara sequências de 12 asanas da "série de parede", seis asanas para iniciantes e 14 asanas da "série completa". O capítulo é encerrado com dicas sobre a respiração ujjayi, produzindo som na passagem do ar; uma assim chamada ligadura ou selo de pressão, uddiyanabandha; o nauli, uma automassagem na região abdominal com movimentos de contrações, muito boa para ativar o movimento peristáltico; e o jalaneti, um exercício de limpeza nasal, com água morna e sal. Nas "Considerações finais", o autor deseja que o aluno tenha a mesma sorte que ele, de encontrar mestres que não consideram o yoga como um meio de vida, senão uma prática para aprofundá-la.

Consideramos que o livro é de fácil leitura, introdutório e próprio para profissionais de saúde que necessitam se documentar sobre o assunto, levando em consideração que o yoga tem um largo espectro de aplicação em adultos e idosos. De maneira geral, a publicação alcançou o objetivo de proporcionar elementos para o estudo, a prática e o ensino do yoga, de forma honesta e sem grandes pretensões. Além do mais, a obra afugenta o mito de que o yoga é algo complicado, mais desenhado para jovens contorcionistas e sarados surfistas. 

Especificamente para a área da Saúde Coletiva, o livro é uma importante referência, pois foi escrito por profissionais brasileiros, que se apoiam no fato de que o yoga é uma prática globalizada e recomendada pela Organização Mundial da Saúde (2002-2005)4. Além disso, para o Sistema Único de Saúde (SUS) esse é um tema importante, pois embora a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares não tenha incluído o yoga como uma prática a ser implantada nacionalmente, ela tem sido aplicada em tratamentos de condições crônicas e agudas, com o fim de gerar autonomia, autoconhecimento e autocuidado.

Referências
1. Leite MRR. Estudo dos padrões do movimento respiratório e do comportamento cardiovascular em mulheres idosas praticantes de yoga [tese]. Campinas: Universidade Estadual de Campinas; 1999.        
2. Gomes DRGM. Yoga e saúde: o que deseja o homem quando busca o yoga? [dissertação]. Fortaleza: Universidade de Fortaleza; 2002.         
3. Kjaer TW, Bertelsen C, Piccini P, Brooks D, Alving J, Lou HC. Increased dopamine tone during meditation-induced change of consciouness. Cognitive Brain Research 2002; 13:255-259.        
4. Organização Mundial da Saúde (OMS). Estratégias de la OMS sobre medicina tradicional 2002-2005. [site da Internet]. [acessado 2009 jun 25]. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/op000023.pdf  

Fonte: http://www.scielo.br/scielo - Pamela Siegel; Nelson Filice de Barros
Universidade Estadual de Campinas

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domingo, 21 de maio de 2017

Perdão: O Mestre e o Discípulo

Neste episódio, o discípulo aprende sobre o verdadeiro significado do Perdão.

Boa reflexão!







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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Menopausa: Cuide-se com uma Nutrição Consciente (6)

Neste vídeo, a nutricionista Priscilla Fonseca fala sobre a pré-menopausa e menopausa e quais alimentos importantes que ajudam a combater e reduzir os sintomas indesejados. 







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Hábitos japoneses que todos deveriam seguir:

Costumes japoneses que todos deveriam seguir:
No Japão existem muitos hábitos e costumes que nos mostram porque de maneira generalizada, essa nação é tão longeva, organizada e harmoniosa em sociedade. Claro que não existe nenhum país perfeito, mas existem certas atitudes japonesas, comuns no dia a dia ou na alimentação que são grandes exemplos para outros países.

Alguns com certeza devem seguir alguns desses hábitos, mas de qualquer maneira, resolvi fazer uma pequena lista de bons hábitos japoneses que acredito que todos deveriam seguir. Fiquem à vontade para discordar ou para sugerir outros costumes japoneses interessantes que poderíamos adotar no nosso dia a dia.

Veja alguns destes hábitos

1. Tirar os sapatos ao chegar em casa

Em praticamente todas as residências japonesas você verá um genkan, uma espécie de degrau abaixo da entrada principal. Os japoneses costumam tirar os sapatos, deixando-os no genkan e entram na casa apenas de meias ou com suripas especiais que só são usadas no interior da residência. Esse hábito ajuda a evitar possíveis contaminações trazidas da rua, além de ajudar a manter a casa mais limpa.
Esse hábito de trocar os sapatos por suripas ou sapatilhas especiais também se estende às escolas, hospitais, fábricas de alimentos, entre outros locais. Tudo isso para evitar que a sujeira ou alguma contaminação entre para dentro do ambiente.
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2. Agradecer antes e depois das refeições

Os japoneses tem o hábito de iniciar a sua refeição com a palavra “Itadakimasu” (いただきます), que seria uma forma de agradecimento a todos aqueles que direta e indiretamente contribuíram para que aquela refeição pudesse estar à mesa. Ao terminar a refeição, eles dizem a frase “Gochisōsama deshita” (ごちそうさまでした), que pode ser traduzido como “Obrigado por esta refeição”
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3. Usar máscaras hospitalares

Durante o ano todo, percebemos um grande número de pessoas que usam máscaras hospitalares, seja por causa de alergias como o kafunsho (alergia ao pólen do Japão) viroses ou resfriados. Muitos podem estranhar esse hábito, mas ele ajuda um bocado a proteger o contágio de doenças como uma simples gripe e outras doenças contagiosas.
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4. Fazer ginástica antes de iniciar o trabalho

Os japoneses costumam fazer uma ginástica matinal coreografada antes do trabalho chamada de Radio Taiso. Seria uma espécie de aquecimento para o corpo começar o dia bem. Também é comum em escolas antes do início das aulas e também podemos ver muitos adultos e idosos fazendo ginástica taiso em parques ao ar livre.
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5. Não jogar lixo na rua

No geral os japoneses se preocupam em não sujar as ruas por onde passam, portanto quando não encontram lixeiras pelo caminho, eles costumam levar o lixo pra casa para jogar fora. Como no Japão não há funcionários de limpeza (gari) e são os próprios moradores locais que se revezam para catar o lixo e fazer a limpeza nas ruas, cada cidadão procura fazer a sua parte, contribuindo para o bem estar de todos.
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6. Ajudando na limpeza

Nas escolas, os alunos ajudam a limpar a sala de aula e nas fábricas e empresas são os próprios funcionários que se encarregam da limpeza, incluindo o banheiro. Já nas residências, é a dona de casa e outros integrantes da família que cuidam da limpeza. Ter empregada doméstica e babás não é uma coisa comum no Japão e por isso a família toda procura contribuir de alguma forma nos afazeres domésticos.
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7. Separar o lixo

No Japão, se encontrarem um saco de lixo misturado, é certo de que o deixarão pra trás com um adesivo bem grande dizendo para fazer a separação correta. Como consequência, sua reputação perante a vizinhança não ficará nada boa. Dá trabalho? No início sim, por pura falta de costume, mas depois que se torna um hábito, você acaba achando uma “moleza” e percebe que é um esforço que vale a pena.
A sociedade japonesa é bem organizada e rigorosa em relação à coleta e separação de lixo. Tudo é devidamente separado como papelão, isopor, plásticos, garrafas PET,  garrafas de vidro, latas de alumínio, etc. Desta forma, é possível fazer uma reciclagem eficiente, reaproveitando o máximo possível, evitando o desperdício.
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8. Recolher o cocô do cachorro

Fala sério gente… não há nada mais desagradável do que pisar em uma m… de cachorro né? No Japão, raramente acontece isso, pois as pessoas levam seus cães para passear munidos de um saquinho e uma pazinha para recolher o cocô que eventualmente seus companheiros de estimação deixarem pelo caminho.
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9. Usar bicicleta como meio de transporte

Está aí uma coisa que admiro muito na sociedade japonesa. Eles usam bicicleta pra tudo, pra ir ao mercado, levar os filhos para a escola ou ir ao trabalho. Além de ajudar a reduzir o tráfego de carros nas ruas, também é um transporte ecologicamente correto, além de ser um hábito que ajuda a combater o sedentarismo.
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10. Ter bons hábitos alimentares 
A fama da longevidade dos japoneses está basicamente em sua alimentação, composta com muitas verduras, legumes e peixes, incluindo no café da manhã. Outro grande hábito alimentar japonês é o chá verde, consumido diariamente. O chá verde é muito benéfico para a saúde pois é rico em antioxidantes e nutrientes que ajudam a reduzir as taxas de colesterol, pressão arterial e os riscos de obesidade.
Fonte: https://osegredo.com.br
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domingo, 7 de maio de 2017

Estresse e a MTC: Ciclo de Orientações Terapêuticas (4)

A acupunturista Luciene Diniz, explica como funciona fisiologicamente o mecanismo do estresse e sua visão energética na Medicina Tradicional Chinesa, continuando o ciclo de orientações terapêuticas pela MTC:







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sábado, 6 de maio de 2017

A Notícia - A sabedoria do Monge Zen

Esta notícia é tão antiga quanto a humanidade, porém difícil para entendermos e aceitarmos. O que importa é o que fazemos quando há a compreensão desta realidade.

Boa reflexão como os ensinamentos orientais do Monge Zen (4)







Faça bom uso deste material, sempre preservando a fonte e os créditos.

Fonte: Livro Maktub - Paulo Coelho

Créditos: Instituto TAO 

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